
Meu verdadeiro “eu”
Tem um rancor enorme monstruoso
Apenas quando to dormindo ele sai de mim
Já pela manha
Todo aquele rancor que adormeceu retornou a mim
Entrando por goela abaixo
Como uma bola negra de rancor que vai despedaçando sem dor de mim
Sem face
Aparência de um anjo
Alma de demônio
Lábios de maças
Um olhar sombrio
Porem encanador
Jeito de menina
Com atitude de uma mulher vazia
Desejo o sabor dos seus beijos
E seus lábios com veneno
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