sábado, 14 de abril de 2012

Bola de Rancor


Meu verdadeiro “eu”

Tem um rancor enorme monstruoso

Apenas quando to dormindo ele sai de mim

Já pela manha

Todo aquele rancor que adormeceu retornou a mim

Entrando por goela abaixo

Como uma bola negra de rancor que vai despedaçando sem dor de mim

Sem face

Aparência de um anjo

Alma de demônio

Lábios de maças

Um olhar sombrio

Porem encanador

Jeito de menina

Com atitude de uma mulher vazia

Desejo o sabor dos seus beijos

E seus lábios com veneno



Nenhum comentário:

Postar um comentário