sábado, 14 de abril de 2012

Sem face



Aparência de um anjo

Alma de demônio

Lábios de maças

Um olhar sombrio

Porem encanador

Jeito de menina

Com atitude de uma mulher vazia

Desejo o sabor dos seus beijos

E seus lábios com veneno


Pedaços

Outro dia e a mesma agonia

Choro noite e dia

Maltratando-me com a lembrança de sua partida

Coração grita a dor da briga

Juntando os pedaços da quele coração que te amou

Vivo sozinho com os mesmos pedaços que hoje te odeia





Bola de Rancor


Meu verdadeiro “eu”

Tem um rancor enorme monstruoso

Apenas quando to dormindo ele sai de mim

Já pela manha

Todo aquele rancor que adormeceu retornou a mim

Entrando por goela abaixo

Como uma bola negra de rancor que vai despedaçando sem dor de mim

Sem face

Aparência de um anjo

Alma de demônio

Lábios de maças

Um olhar sombrio

Porem encanador

Jeito de menina

Com atitude de uma mulher vazia

Desejo o sabor dos seus beijos

E seus lábios com veneno



Mais um na multidão


Sou apenas mais uma na multidão

Vivendo sozinho

Sem rumo, sem um caminho para segir

Pelas ruas e becos

Ando para acalmar esse coração

Já que amo um amor proibido ate parecido como de irmão

Sei que tenho que superar essa angústia

Ou será meu fim

Deus não permita que morra, sem antes

Viver uma loca paixão

Desenfreada sem medidas...

Roda do Destino


Uma vez é para sempre

Minha tristeza que só aumenta

Uma saudade que não tem fim

Vai aumentando ate tomar conta de mim

Uma vida que caminha sobre as linhas do trem

Sonho pelo jardim

Uma estrada sem fim

Cobertas por folhas mortas

Que me deixa mais confuso

Como amar alguém assim

Penso nela e não em mim

Vejo teu sorriso e desejo só pra mim

Sentir teu cheiro dizer-te amo

Deitar sobre teus braços e te amar

Só que há uma angustia que não me deixa em paz

Arrancar do peito e não senti La nunca mais

Sua amizade às vezes conforta

Essa é a roda do meu destino

Pode ate pegar algumas curvas pelo caminho

Mais sempre volta para o destino por que não saida